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Dillon Biotecnologia, empresa vinculada ao TecnoUCS, será contemplada com Pesquisador na Empresa

Empreendimento ficou na 17º posição, entre 66 projetos escolhidos, em edital lançado em parceria do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e CNPq


A Dillon Biotecnologia, uma das empresas graduadas pela Incubadora Tecnológica da Universidade de Caxias do Sul (ITEC/UCS), foi contemplada pelo edital  do Programa de Formação de Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Associado ao TecnoUCS - Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação, o empreendimento graduado pela ITEC/UCS, ou seja, que já avançou no processo de incubação, submeteu o projeto de Produção de Propágulos de Metarhizium Anisopliae (blastosporos) em Cultivo Submerso, para a Composição do Bioinseticida Mesopel Mix, obtendo o 17° lugar no ranking entre 66  projetos aprovados.

Débora Dillon, uma das CEO da empresa, explica que a presença na lista de contemplados do edital é muito importante e mostra que, mesmo em períodos difíceis como o que vivemos, a ciência e a inovação se tornam cada vez mais importantes. Com a conquista, a Dillon Biotecnologia passa a contar com um pesquisador na empresa, possibilitando trocas de aprendizado e que o projeto finalmente saia do papel, ganhando forma.

Para Cassiane Chais coordenadora dos ambientes de Inovação ITEC/UCS e TecnoUCS, o resultado é a comprovação de que os mecanismos de amadurecimento das empresas incubadas até a sua graduação estão cumprindo os seus objetivos: tornar o empreendedorismo inovador uma importante ferramenta para o desenvolvimento da região. 

Com a criação da Agência de Inovação UCSiNOVA, a categoria empresa Associada - situação em que está a Dillon Biotecnologia - surgiu para preencher uma lacuna importante de conexão do TecnoUCS com as empresas que não têm como objetivo residir fisicamente na infraestrutura da Universidade, porém, querem atuar em conexão com o ecossistema universitário. "Essa ação é uma novidade na maneira de nos posicionarmos no mercado, trazendo maior agilidade e aderindo às novas proposições de trabalhos, projetos e negócios sendo executados, cada dia mais, no campo virtual das conexões em rede". 

A conquista garante à empresa um pesquisador pago com recursos do CNPq, durante 24 meses, atuando diretamente na geração de novos produtos e processos que possam agregar valor ao consumidor final, ou seja, a sociedade.

O edital - O RHAE (Programa de Formação de Recursos Humanos em Áreas Estratégicas) foi criado em 1987, em uma parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Desde 2007, é destinado à inserção de mestres e doutores em empresas privadas, preferencialmente de micro, pequeno e médio porte.

O Programa utiliza um conjunto de modalidades de bolsas de fomento tecnológico, especialmente criado para agregar pessoal altamente qualificado em atividades de pesquisa e desenvolvimento nas empresas, além de formar e capacitar recursos humanos que atuem em projetos de pesquisa aplicada ou de desenvolvimento tecnológico.

* Vagner A. Espeiorin/Jornalista | ACOM|IMPRENSA/UCS

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